A exportação de bovinos vivos, conhecida como “boi em pé”, alcançou um novo recorde no Brasil em 2025. Foram cerca de 1,07 milhão de animais embarcados, um crescimento de 5,53% em relação ao ano anterior. O setor também superou a marca de US$ 1 bilhão em faturamento, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais para mercados como Turquia e Egito.
Por trás desses números, há um trabalho cada vez mais rigoroso voltado ao manejo, à sanidade e ao bem-estar animal. Como os animais passam por longos períodos de preparação e transporte antes de chegarem ao destino final, garantir sua saúde durante todo o processo tornou-se um fator essencial para o sucesso das operações.
A padronização dos protocolos sanitários tem sido um dos grandes diferenciais da atividade. A adoção de práticas mais eficientes de prevenção e controle de doenças ajudou a reduzir em 50% as perdas relacionadas à saúde animal, além de diminuir a mortalidade e melhorar o desempenho dos rebanhos durante as viagens.
O setor também opera sob rígidas exigências do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com fiscalização nos embarques, rastreabilidade individual dos animais e protocolos específicos para atender às exigências sanitárias de cada país importador.
Além de fortalecer a imagem do Brasil no mercado internacional, o crescimento da exportação de bovinos vivos impulsiona investimentos em infraestrutura logística, amplia oportunidades para produtores rurais e reforça a importância do bem-estar animal como um dos pilares da competitividade do agronegócio brasileiro.
Fonte: Notícias Agrícolas